
De um Sono Profundo Acordei Estou Esperando Chorando Pela Minha Volta
- 1Quando Voltar Me Leve Logo Estou Dissociando Quero Minha Casa
- 2Com Minhas Mãos Calejadas Estou Subindo a Sua Montanha Quase Posso Ver o Trono Resplandecendo
- 3Talvez a Vida Seja Nada Meu Fim Seja a Morte Mas Uma Luz Me Fala Filho Eu Vivo
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Open edition
Novo projeto lançado!
Fiz esse álbum como uma memória de nossa mortalidade. O quão rápido e intenso as coisas podem ser. Dentre dores e melancolia há uma paz que ainda reina, como um vento sutil passando pelo rosto, uma doce melodia longa, cansativa, mas que acalma, que abraça, que acolhe. Longe de uma estrutura tradicional, aqui as coisas repetem como a própria vida, ciclos e mais ciclos, novas mudanças de vez em quando, mudanças sutis mas perceptíveis. Os momentos de tristeza tem seus valores, os momentos de alegria também. No final o nascer fala sobre o morrer, e não conseguimos escapar dessa amarga verdade. Mas mesmo assim há uma esperança no fim dos tempos, uma que da calma a todo coração que sofre, a toda alma que purga nessas terras. Um olhar pros céus, um olhar pra natureza e somente assim podemos descansar. E de um sono profundo que acordamos para poder andar como andarilhos nessa terra, poderemos finalmente fechar nossos olhos e relaxar novamente. Porque somos como pássaros em perene migração, não temos lar, não temos como parar e isso doi, e isso machuca. Espero que esse álbum possa proporcionar um descanso e esperança numa realidade que destrói como uma lamina afiada. Um momento de relaxamento quando tudo nos faz querer explodir e gritar. O silencio, a repetição, o movimento cíclico, há uma paz nisso que precisamos. Há uma paz em parar e somente apreciar. Uma paz que se mantém e nos dá motivos para viver. Eterna e perfeita.
Fiz esse álbum como uma memória de nossa mortalidade. O quão rápido e intenso as coisas podem ser. Dentre dores e melancolia há uma paz que ainda reina, como um vento sutil passando pelo rosto, uma doce melodia longa, cansativa, mas que acalma, que abraça, que acolhe. Longe de uma estrutura tradicional, aqui as coisas repetem como a própria vida, ciclos e mais ciclos, novas mudanças de vez em quando, mudanças sutis mas perceptíveis. Os momentos de tristeza tem seus valores, os momentos de alegria também. No final o nascer fala sobre o morrer, e não conseguimos escapar dessa amarga verdade. Mas mesmo assim há uma esperança no fim dos tempos, uma que da calma a todo coração que sofre, a toda alma que purga nessas terras. Um olhar pros céus, um olhar pra natureza e somente assim podemos descansar. E de um sono profundo que acordamos para poder andar como andarilhos nessa terra, poderemos finalmente fechar nossos olhos e relaxar novamente. Porque somos como pássaros em perene migração, não temos lar, não temos como parar e isso doi, e isso machuca. Espero que esse álbum possa proporcionar um descanso e esperança numa realidade que destrói como uma lamina afiada. Um momento de relaxamento quando tudo nos faz querer explodir e gritar. O silencio, a repetição, o movimento cíclico, há uma paz nisso que precisamos. Há uma paz em parar e somente apreciar. Uma paz que se mantém e nos dá motivos para viver. Eterna e perfeita.
