Enraizado na diversidade musical alimentada por inúmeros nichos da grande capital, SP-150 vai além da semântica. O significado não é meramente uma referência geográfica: acaba por se referir a uma escalada entre panoramas sônicos que se comunicam como dialetos distintos de uma mesma língua. De 130 à 150 batidas por minuto, o contexto paulistano se choca e se reforça com uma iteração fresca da música eletrônica ocidental, cujo ritmo se transporta indo e voltando pelo Atlântico.